segunda-feira, 10 de outubro de 2011


Celulite: ninguém se livra dos pequenos sacrifícios

A celulite é o maior inimigo estético da mulher. E dos médicos também. Nada do que se tentou até agora – de lipoaspiração a mesoterapia e drenagem linfática – se mostrou realmente efetivo contra aquela aparência de casca de laranja nas pernas e no bumbum, o horror feminino que se torna ainda maior no verão.


A celulite resulta de fatores genéticos e hormonais combinados com excesso de peso e má circulação. O acúmulo de toxinas entre as células adiposas dificulta a passagem do sangue, levando à formação dos furinhos na pele. A aposta mais recente dos dermatologistas contra essa praga está para chegar ao Brasil – só falta o aval do Ministério da Saúde. O VelaSmooth, sucesso nos Estados Unidos e na Europa, é um equipamento que combina três das principais frentes de ataque à celulite: a endermologia, a radiofreqüência e a luz infravermelha. O somatório de diferentes ações potencializaria os resultados do tratamento. A endermologia funciona como uma espécie de drenagem linfática mecânica profunda, o que ajudaria a eliminar as toxinas. A radiofreqüência e a luz infravermelha fariam a reestruturação das fibras de colágeno, melhorando a flacidez. Elas também ajudariam na quebra das células de gordura. "O que se nota na prática é a redução de um ou dois graus do nível de celulite", diz o médico Marcelo Bellini, da Sociedade Brasileira de Medicina Estética. Se você não é mulher, talvez não saiba que os níveis de celulite variam do grau 1 ao 4, do mais leve ao mais intenso. Para que os primeiros resultados comecem a aparecer (se é que aparecem mesmo), são necessárias de doze a quinze sessões, de uma hora cada uma. Uma sessão custará o equivalente a 200 dólares. O tratamento requer manutenção constante e a infalível combinação de ginástica e dieta. Pensou que ia escapar do sacrifício, não é?

Fonte: http://veja.abril.com.br/051207/p_134.shtml

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